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Traçamos metas e corremos atrás de um sonho e de uma esperança que nos fizeram acreditar, que poderíamos chegar mais além. Afinal, todos nós buscamos algo inédito em novos caminhos.

Hoje, chegamos à conclusão de que a Expressão Pará superou o primeiro grande desafio, consolidou-se, e está entre os principais meios de comunicação do Estado do Pará. Porque temos esta certeza? Constatamos pessoalmente, viajando e muito, por várias regiões, inclusive pela capital Belém. Impulsionados por esta ascensão, pelo desejo de crescermos mais e pelo sucesso de cada exemplar já publicado, preparamos mais um leque amplo de reportagens riquíssimas, com a parceria de jornalistas renomados de Belém, Brasília e de toda a região sul paraense.

A Expressão Pará é um presente especialmente pra você leitor, que gosta de viajar em uma boa e agradável leitura.   

 

Ildenê Carvalho - Diretora de Redação

 

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Vamos valorizar a imprensa
Idelson Gomes - diretor expressão
 

As regiões sul e sudeste vêm ampliando o universo da comunicação, no sentido de melhorar os veículos disponíveis. Porém, enfrentamos ainda neste contexto uma grande barreira para solidificar os jornais e revistas existentes. Classifico como o maior problema à falta de consciência de algumas pessoas da classe dominante que não conseguem compreender que “SÓ TEREMOS FORÇA QUANDO TIVER-MOS VOZ”.

A nossa voz, nos últimos anos tem sido ampliada com o fortalecimento de alguns jornais regionais, rádios e emissoras de televisão com programas locais. Isso tem colocado o nosso povo em evidência, nossos pontos positivos e negativos, dando a mais completa noção de democracia que uma região pode ter.

Outro dia fiquei revoltado com a forma tendenciosa que um Jornal da capital, tratou a questão da divisão do estado. Colocaram vários populares da região metropolitana de Belém para criticar a criação dos estados de Carajás e Tapajós. Essas pessoas não conhecem a nossa realidade, nunca estiveram aqui, para saber dos nossos problemas, no entanto ganharam destaque em um dos maiores jornais do estado, para defender seus interesses, enquanto isto: ONDE ESTAVA A NOSSA VOZ?  Calada, certamente, pois até o momento não temos representatividade para tal. Por isso talvez, vamos permanecer engolidos pela mídia nacional e estadual até compreender-mos que somos um povo forte, lutador e que merecemos o nosso espaço para debates. PRECISAMOS SER OUVIDOS, por isso vamos valorizar a imprensa local e regional.

 As regiões sul e sudeste vêm ampliando o universo da comunicação, no sentido de melhorar os veículos disponíveis. Porém, enfrentamos ainda neste contexto uma grande barreira para solidificar os jornais e revistas existentes. Classifico como o maior problema à falta de consciência de algumas pessoas da classe dominante que não conseguem compreender que “SÓ TEREMOS FORÇA QUANDO TIVER-MOS VOZ”.

A nossa voz, nos últimos anos tem sido ampliada com o fortalecimento de alguns jornais regionais, rádios e emissoras de televisão com programas locais. Isso tem colocado o nosso povo em evidência, nossos pontos positivos e negativos, dando a mais completa noção de democracia que uma região pode ter.

Outro dia fiquei revoltado com a forma tendenciosa que um Jornal da capital, tratou a questão da divisão do estado. Colocaram vários populares da região metropolitana de Belém para criticar a criação dos estados de Carajás e Tapajós. Essas pessoas não conhecem a nossa realidade, nunca estiveram aqui, para saber dos nossos problemas, no entanto ganharam destaque em um dos maiores jornais do estado, para defender seus interesses, enquanto isto: ONDE ESTAVA A NOSSA VOZ?  Calada, certamente, pois até o momento não temos representatividade para tal. Por isso talvez, vamos permanecer engolidos pela mídia nacional e estadual até compreender-mos que somos um povo forte, lutador e que merecemos o nosso espaço para debates. PRECISAMOS SER OUVIDOS, por isso vamos valorizar a imprensa local e regional.


O Pará que a imprensa não mostra

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