As regiões sul e sudeste vêm ampliando o universo da comunicação, no sentido de melhorar os veículos disponíveis. Porém, enfrentamos ainda neste contexto uma grande barreira para solidificar os jornais e revistas existentes. Classifico como o maior problema à falta de consciência de algumas pessoas da classe dominante que não conseguem compreender que “SÓ TEREMOS FORÇA QUANDO TIVER-MOS VOZ”.
A nossa voz, nos últimos anos tem sido ampliada com o fortalecimento de alguns jornais regionais, rádios e emissoras de televisão com programas locais. Isso tem colocado o nosso povo em evidência, nossos pontos positivos e negativos, dando a mais completa noção de democracia que uma região pode ter.
Outro dia fiquei revoltado com a forma tendenciosa que um Jornal da capital, tratou a questão da divisão do estado. Colocaram vários populares da região metropolitana de Belém para criticar a criação dos estados de Carajás e Tapajós. Essas pessoas não conhecem a nossa realidade, nunca estiveram aqui, para saber dos nossos problemas, no entanto ganharam destaque em um dos maiores jornais do estado, para defender seus interesses, enquanto isto: ONDE ESTAVA A NOSSA VOZ? Calada, certamente, pois até o momento não temos representatividade para tal. Por isso talvez, vamos permanecer engolidos pela mídia nacional e estadual até compreender-mos que somos um povo forte, lutador e que merecemos o nosso espaço para debates. PRECISAMOS SER OUVIDOS, por isso vamos valorizar a imprensa local e regional.
As regiões sul e sudeste vêm ampliando o universo da comunicação, no sentido de melhorar os veículos disponíveis. Porém, enfrentamos ainda neste contexto uma grande barreira para solidificar os jornais e revistas existentes. Classifico como o maior problema à falta de consciência de algumas pessoas da classe dominante que não conseguem compreender que “SÓ TEREMOS FORÇA QUANDO TIVER-MOS VOZ”.
A nossa voz, nos últimos anos tem sido ampliada com o fortalecimento de alguns jornais regionais, rádios e emissoras de televisão com programas locais. Isso tem colocado o nosso povo em evidência, nossos pontos positivos e negativos, dando a mais completa noção de democracia que uma região pode ter.
Outro dia fiquei revoltado com a forma tendenciosa que um Jornal da capital, tratou a questão da divisão do estado. Colocaram vários populares da região metropolitana de Belém para criticar a criação dos estados de Carajás e Tapajós. Essas pessoas não conhecem a nossa realidade, nunca estiveram aqui, para saber dos nossos problemas, no entanto ganharam destaque em um dos maiores jornais do estado, para defender seus interesses, enquanto isto: ONDE ESTAVA A NOSSA VOZ? Calada, certamente, pois até o momento não temos representatividade para tal. Por isso talvez, vamos permanecer engolidos pela mídia nacional e estadual até compreender-mos que somos um povo forte, lutador e que merecemos o nosso espaço para debates. PRECISAMOS SER OUVIDOS, por isso vamos valorizar a imprensa local e regional.